MOTIVAÇÃO: Prever o potencial metastático de tecidos malignos primários tem impacto direto na escolha da terapia. Vários estudos de microarranjos geraram conjuntos de genes cujos perfis de expressão previram com sucesso a sobrevida. No entanto, a sobreposição entre esses conjuntos de genes é quase zero. Sobretudo, pequenas sobreposições foram observadas também em outras doenças complexas, e as variáveis que poderiam explicar as diferenças despertaram um amplo interesse. Uma das principais questões em aberto nesse contexto é se a disparidade pode ser atribuída apenas a razões triviais, como diferentes tecnologias, diferentes pacientes e diferentes tipos de análises. RESULTADOS: Para responder a essa pergunta, nos concentramos em um único conjunto de dados de câncer de mama e o analisamos por um único método, aquele usado por van't Veer et al. para gerar um conjunto de genes preditivos de desfecho. Mostramos que, de fato, o conjunto de genes resultante não é único; ele é fortemente influenciado pelo subconjunto de pacientes utilizado para a seleção de genes. Muitas listas igualmente preditivas poderiam ter sido produzidas a partir da mesma análise. Três propriedades principais dos dados explicam essa sensibilidade: (1) muitos genes estão correlacionados com a sobrevida; (2) as diferenças entre essas correlações são pequenas; (3) as correlações flutuam fortemente quando medidas sobre diferentes subconjuntos de pacientes. Uma possível explicação biológica para essas propriedades é discutida. CONTATO: eytan.domany@weizmann.ac.il INFORMAÇÕES SUPLEMENTARES: http://www.weizmann.ac.il/physics/complex/compphys/downloads/liate/
Ein‐Dor et al. (qui,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: