A discrepância entre as medições do constante de Hubble em tempos iniciais e tardios permanece um dos problemas centrais não resolvidos na cosmologia. Neste trabalho, propomos uma extensão fenomenológica do modelo padrão de expansão em que o parâmetro de Hubble depende não apenas da densidade de energia global, mas também da amplitude da estrutura em grande escala. Introduzimos um termo de correção dependente da estrutura proporcional à variância das flutuações de densidade. Usando uma análise numérica simplificada, demonstramos que este modelo pode reduzir a tensão de Hubble, preservando o comportamento cosmológico padrão em alto deslocamento para o vermelho. O modelo prevê uma correlação mensurável entre os ambientes de densidade local e o parâmetro de Hubble inferido.
Rene Kempel (Ter,) estudou esta questão.