Contexto: A psoríase é um distúrbio inflamatório cutâneo crônico impulsionado pelo estresse oxidativo e desregulação imunológica. A Tanshinona IIA, um composto bioativo de Salvia miltiorrhiza, exibe propriedades antioxidantes, mas seu papel no tratamento da psoríase permanece pouco explorado. Métodos: Usando queratinócitos HaCaT estimulados por H2O2 e um modelo murino de psoríase induzido por imiquimode (IMQ), investigamos os efeitos terapêuticos da tanshinona IIA. Ensaios-chave incluíram detecção de Espécies Reativas de Oxigênio (ERO), análise de proliferação EdU/CCK8, PCR quantitativa em tempo real (RT-qPCR), western blotting e imuno-histoquímica para avaliar a ativação do fator nuclear eritroide 2 relacionado (Nrf2), expressão de proteínas antioxidantes e alterações histopatológicas. Resultados: A Tanshinona IIA suprimiu significativamente a proliferação de HaCaT induzida por TNF-α e a acumulação de ERO. Mecanisticamente, promoveu a translocação nuclear do Nrf2 e aumentou a expressão de HO-1, SOD2 e NQO1. Em camundongos tratados com IMQ, reduziu a espessura epidérmica, descamação e citocinas inflamatórias, enquanto aprimorava as defesas antioxidantes. Conclusão: A Tanshinona IIA mitiga a psoríase via ativação de Nrf2/HO-1 e, portanto, possui potencial terapêutico.
Xu et al. (2026) estudaram essa questão.
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