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Resumo Biópsias frescas de carcinoma nasofaríngeo (CNP) foram tratadas de várias maneiras para obter preparações celulares satisfatórias para detecção do antígeno nuclear associado ao vírus Epstein-Barr (EBV) por testes de imuno-fluorescência anti-complemento. Se as células estavam bem dispersas (tripsinização ou dispersão mecânica extensa), poucas ou nenhuma delas eram positivas para EBNA. Em contraste, se as preparações de biópsia continham fragmentos de tecido pequenos a moderadamente tamanho (preparações de toque ou dispersão mecânica limitada), a coloração nuclear foi detectada em quase todas as células na margem dos fragmentos ou em folhas celulares que se projetavam a partir deles. As células coloridas correspondem aos células de carcinoma quando comparadas a preparações celulares replicadas coradas histologicamente. A coloração nuclear foi obtida com soro positivo para anti-EBNA de doadores saudáveis, pacientes com CNP, convalescentes de mononucleose infecciosa (MI), mostrando-se livres de anticorpos para outros antígenos nucleares, mas não com soro negativo para anti-EBNA (doadores saudáveis ou pacientes na fase aguda inicial de MI). Esses resultados confirmam e ampliam relatos anteriores de que as células de carcinoma abrigam genomas de EBV. As implicações dessas descobertas são discutidas.
Huang et al. (Sex,) estudaram esta questão.