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Este artigo explora a educação científica das Primeiras Nações (Nativo-Americano) a partir de uma perspectiva cultural. A ciência é reconhecida como uma subcultura da cultura ocidental. Ideias científicas e aborígenes sobre a natureza são contrastadas. Aprender ciência é visto como uma aquisição cultural que requer que os estudantes das Primeiras Nações atravessem uma fronteira cultural do seu mundo cotidiano para a subcultura da ciência. O caminho para a educação intercultural explorado no artigo é: (1) fundamentado em estudos empíricos em antropologia educacional; (2) dirigido pelos objetivos do próprio povo das Primeiras Nações; (3) iluminado por uma reconceitualização do ensino de ciências como transmissão cultural; (4) guiado por um currículo de ciência e tecnologia STS intercultural; e (5) fundamentado em vários tipos de conhecimento de conteúdo (senso comum, tecnologia e ciência) com o propósito de ação prática, como desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e sobrevivência cultural. O ensino intercultural requer que os professores identifiquem as travessias culturais para os estudantes e facilitem essas travessias, desempenhando o papel de guia turístico, agente de viagens ou corretor cultural, enquanto sustentam a validade das próprias maneiras de saber culturalmente construídas pelos alunos. © 1997 John Wiley & Sons, Inc. Sci Ed 81:217–238, 1997.
Glen S. Aikenhead (Ter,) estudou esta questão.
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