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Apresentamos uma agenda de pesquisa para o grupo de trabalho da Comissão de Visualização e Ambiente Virtual da Associação Internacional de Cartografia sobre Questões Cognitivas e de Usabilidade em Geovisualização. Os desenvolvimentos em hardware e software levaram (e continuarão a estimular) métodos novos para visualizar dados geoespaciais. Acreditamos que esses métodos novos serão de pouca utilidade se não forem desenvolvidos dentro de um arcabouço teórico cognitivo e testados iterativamente usando princípios de engenharia de usabilidade. Afirmamos que questões cognitivas e de usabilidade devem ser consideradas no contexto de seis grandes temas de pesquisa: 1) ambientes virtuais geoespaciais (GeoVEs), 2) representações dinâmicas (incluindo mapas animados e interativos), 3) metáforas e esquemas no design de interface do usuário, 4) diferenças individuais e de grupo, 5) geovisualização colaborativa e 6) avaliação da eficácia dos métodos de geovisualização. Um ponto chave que fundamenta nosso uso de princípios teóricos cognitivos é que a teoria cognitiva tradicional para mapas 2D estáticos pode não ser aplicável a GeoVEs imersivos 3D interativos e representações dinâmicas, assim, uma nova teoria cognitiva pode precisar ser desenvolvida. A engenharia de usabilidade vai além da prática cartográfica tradicional de testes de usuários, avaliando a eficácia do software ao longo de um ciclo de vida (incluindo design, desenvolvimento e implantação). No entanto, a aplicação da engenharia de usabilidade à geovisualização pode ser problemática devido à novidade da geovisualização e à dificuldade associada de definir a natureza dos usuários e suas tarefas. Abordar os temas de pesquisa provavelmente exigirá um esforço interdisciplinar envolvendo cientistas da informação geográfica, cientistas cognitivos, engenheiros de usabilidade, cientistas da computação...
Slocum et al. (Mon,) estudaram esta questão.