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OBJETIVOS: Este estudo examina a experiência das mulheres com os serviços de saúde após a referência para histerossalpingografia (HSG) após um período de subfertilidade. Essas mulheres, de outra forma saudáveis, entram no sistema de saúde e seu único problema é a incapacidade de engravidar. Elas se veem tentando negociar um sistema projetado para pessoas doentes. Pesquisas anteriores nesta área consistem principalmente em estudos que comparam a HSG a outros estudos diagnósticos. O estudo visa abordar as questões subjacentes que as mulheres têm no início de suas investigações de subfertilidade. MÉTODOS: Este estudo qualitativo utiliza a metodologia da teoria fundamentada. Entrevistas com mulheres foram realizadas imediatamente antes do exame de HSG. Dez mulheres foram entrevistadas usando 12 perguntas principais. Cada mulher tinha o diagnóstico de subfertilidade primária. Cada uma foi questionada sobre como estava lidando com a incerteza de sua fertilidade. Elas foram questionadas sobre suas expectativas em relação ao exame de HSG, a importância da HSG e quais métodos estavam disponíveis para reduzir a ansiedade vivenciada. A análise de dados foi realizada após cada entrevista. RESULTADOS: Atualmente, a HSG é vista pelos prestadores de saúde como um exame ambulatorial de rotina no início das investigações de subfertilidade. Em contraste com isso, foi descoberto na entrevista que a HSG era vista pelas mulheres como um momento definidor que sinalizaria suas opções de tratamento futuras para engravidar. As mulheres relataram receber pouco apoio dos prestadores de saúde, e que as informações escritas fornecidas não atenderam a todas as suas necessidades. Muitas vezes, as informações escritas sozinhas aumentavam a ansiedade, e essas informações precisavam ser adaptadas a um conjunto específico de circunstâncias. A revisão da literatura observou que a ansiedade pode levar a problemas de saúde mental, mas que informações adequadamente direcionadas, corretas e oportunas podem reduzir a ansiedade. CONCLUSÕES: As implicações dos achados são que se a ansiedade relacionada ao tratamento neste estágio inicial puder ser gerenciada de forma eficaz, isso pode minimizar o possível trauma físico e emocional para a mulher enquanto sua jornada de subfertilidade continua, prevenindo assim futuras doenças relacionadas à ansiedade.
Williams et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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