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Neste artigo, analiso duas experiências distintas com os Maya em comunidades rurais dentro da Guatemala e discuto os pontos fortes e as limitações da Pesquisa-ação Participativa (PAR) dentro deste contexto. Essas experiências são o contexto em e a partir do qual exploro minha "outridade situada" dentro de uma prática de solidariedade e questiono modelos teóricos dominantes para conceitualizar e responder aos efeitos da guerra sobre as crianças. Além disso, exploro, com meus colegas Maya, metodologias alternativas (incluindo PAR) para "permanecer sob" essas realidades a partir dessa posição de "outro". Concluo o ensaio com uma breve discussão sobre critérios selecionados que contribuem para a avaliação de estratégias participativas na PAR e um resumo dos esforços atuais para estender essa prática de situações de violência contínua na Guatemala para locais mais locais, por exemplo, Boston, Massachusetts.
M. Brinton Lykes (Quarta-feira) estudou essa questão.
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