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Foram construídas linhagens tetraploides de Saccharomyces cerevisiae portando diferentes dosagens do gene CYR1+. A atividade da adenilato ciclase observada nessas linhagens tetraploides foi proporcional à dosagem do gene CYR1+ ativo. Dos 57 mutantes que requeriam adenosina 3',5'-monofosfato para crescimento a 35 graus C, dois mutantes alélicos sensíveis à temperatura cyr1 produziram adenilato ciclase termolábil. O extrato bruto e a fração da membrana plasmática de células mutantes cyr1 não apresentaram atividade de adenilato ciclase quando testadas com GTP ou 5'-guanylyl imidodifosfato na presença de Mn2+ ou Mg2+. As frações de membrana plasmática e solúvel em Lubrol obtidas do mutante cyr1 sensível à temperatura foram termolábeis em comparação com aquelas da linhagem selvagem. Três mutantes cyr1 apresentaram mutações nonsense suscetíveis a supressores ocre (UAA), SUP3 e SUP-o, e não tiveram nível detectável de atividade de adenilato ciclase. Conclui-se que os mutantes cyr1 apresentam lesões no gene estrutural da adenilato ciclase.
Matsumoto et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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