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Neste artigo, contrastamos a experiência da vida de classe média em duas áreas do Sul de Londres. Hipotetizamos que diferentes seções da classe média viverão em áreas diferentes. Embora essas diferenças reflitam em parte capacidades econômicas e divisões ocupacionais (como setor público versus setor privado, profissionais versus gerentes), sugerimos que essas divisões estão se tornando mais complexas. Desenvolvemos um modelo triplo baseado no trabalho de Savage et al. (1992) e hipotetizamos que cada grupo tenderá a viver em áreas distintas da cidade. Em nossa comparação de duas áreas nas quais completamos trabalho de campo (Telegraph Hill e Brixton), conseguimos mostrar adaptações muito diferentes à vida metropolitana, o que oferece suporte inicial à nossa hipótese. Caracterizamos a vida de classe média em Brixton como sendo essencialmente instável, o que é amplamente compensado pelo frisson de viver em uma área cosmopolita e mista. Telegraph Hill é uma área mais estável, com residentes construindo um relacionamento de longo prazo com a área e formando redes sociais substanciais com outros residentes; no entanto, carece da infraestrutura cultural de Brixton. Argumentamos que os 'circuitos de educação' são de primeiríssima importância para famílias de classe média vivendo em Londres: em comparação com Brixton, nossos entrevistados em Telegraph Hill desenvolveram estratégias educacionais sofisticadas que lhes permitiram se adaptar à vida em Londres.
Robson et al. (qui,) estudaram essa questão.