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Correlações clínicas angiográficas foram realizadas em 59 pacientes com síndrome do prolapso da lâmina mitral. Oito apresentaram cliques sistólicos de não ejeção (grupo I), 20 tinham sopros sistólicos precoces, intermediários ou tardios com ou sem um clique sistólico (grupo II), e 31 apresentavam sopros pansistólicos (grupo III). O prolapso isolado das escálulas da lâmina posterior (LP) ocorreu em 42 e 17 tiveram prolapso combinado das lâminas. O estudo demonstrou o seguinte: (I) Pacientes do grupo II geralmente tinham prolapso isolado de LP com um envolvimento predominante de biscalas, enquanto uma alta incidência de prolapso triplo de escálula e prolapso combinado das lâminas mitrais ocorreu no grupo III. (II) Regurgitação mitral severa e uma maior incidência de fibrilação atrial foram observadas em pacientes com prolapso triscalo e prolapso combinado das lâminas mitrais. A regurgitação mitral foi mais leve em pacientes com prolapso isolado e biscalo e, quando severa, estava associada a cordas rompidas. (III) Anormalidades da onda ST-T nas derivações inferiores foram mais frequentes em pacientes com prolapso isolado de LP. (IV) Asinergia sistólica e diastólica ocorreu em 41 pacientes, mais frequentemente no grupo II, mas também relativamente frequentemente no grupo III (19 de 31). Disfunção segmentar anterior com fração de ejeção normal foi encontrada em 18 pacientes, dos quais 13 tiveram relaxamento da parede anterior precoce. (V) Pacientes sem asinergia eram ligeiramente mais velhos do que aqueles com assinergia. Mais no primeiro grupo apresentaram regurgitação mitral severa e estavam clinicamente incapacitados por isso.
Ranganathan et al. (Mon,) estudaram essa questão.