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As questões conceituais são brevemente notadas em relação às distinções entre classificação e diagnóstico; a questão de saber se os transtornos mentais podem ser considerados 'doenças'; e se a psiquiatria descritiva está ultrapassada. Os critérios para diagnóstico são revisados, com a conclusão de que, no momento, existem diagnósticos demais e uma taxa absurdamente alta de suposta comorbidade. Conclui-se que um agrupamento separado de transtornos com início específico da infância deve ser excluído, colocando-se os vários transtornos específicos em lugares apropriados, além da adição para todos os diagnósticos das maneiras como as manifestações variam com a idade. Um novo grupo deve ser formado de transtornos que são conhecidos por ocorrer, mas para os quais mais testes de validade são necessários. O número total de diagnósticos deve ser drasticamente reduzido. Abordagens categóricas e dimensionais ao diagnóstico devem ser combinadas. A exigência de prejuízo deve ser removida de todos os diagnósticos. Classificações de pesquisa e clínicas devem ser mantidas separadas. Finalmente, há a necessidade de desenvolver uma classificação de atenção primária para causas de encaminhamento para cuidados primários médicos e não médicos.
Michael Rutter (Qui,) estudou essa questão.
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