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Durante a perfusão com pressão constante da artéria coronária esquerda, a estimulação dos vágos cervicais periféricos produziu um pequeno, mas definido, aumento no fluxo sanguíneo coronário (CBF) em corações em ritmo controlado e não controlado, além de corações em fibrilação. Nas últimas preparações, o aumento do fluxo foi associado a um aumento na pO 2 do sangue do seio coronário (CspO 2), mudanças semelhantes às provocadas pela administração intracoronária de acetilcolina. Durante a perfusão com pressão constante da artéria coronária esquerda em corações em ritmo controlado e não controlado e em corações em fibrilação, a estimulação dos gânglios estelares produziu uma diminuição inicial e um subsequente aumento no CBF. O aumento do fluxo foi associado, em tempo, a uma redução do CspO 2 em corações em fibrilação. Os resultados obtidos com a estimulação do gânglio estelar foram reproduzidos pela administração intracoronária de epinefrina. Essas observações indicam que o efeito primário da estimulação do nervo vago na vasculatura coronária é a vasodilatação e que o da estimulação do gânglio estelar é a constrição. O aumento retardado no CBF observado com a estimulação do gânglio estelar é presumivelmente secundário à atividade metabólica miocárdica aumentada que o acompanha.
Berne et al. (Qui,) estudaram esta questão.