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OBJETIVO: Examinar a não-linearidade dos determinantes da morbidade nos Estados Unidos FONTES DE DADOS: Uma análise secundária de dados sobre indivíduos com dados dietéticos da Pesquisa de Epidemiologia do Câncer e da Pesquisa Nacional de Entrevista de Saúde (NHIS) de 1987, uma amostra aleatória estratificada da população dos EUA (n = 22.080). DESENHO DO ESTUDO: Uma exploração estatística usando modelos de regressão múltipla aditiva. MÉTODOS: Um Índice de Morbidade (0-30 pontos), derivado dos dados da Pesquisa Nacional de Entrevista de Saúde de 1987, combina número de condições, internações, dias de doença, visitas ao médico e grau de incapacidade. Variáveis comportamentais (hábitos de saúde) foram adicionadas a modelos multivariados contendo termos demográficos, com o Índice de Morbidade e resultados de Saúde Autoavaliada (n = 17.612). Tabelas e gráficos comparam modelos de morbidade com modelos de saúde autoavaliada, com e sem termos comportamentais. Gráficos ilustram relações curvilíneas. PRINCIPAIS RESULTADOS: A morbidade e a saúde estão associadas de maneira não-linear com idade, raça, educação e renda, assim como com álcool, mudança na dieta, uso de suplementos vitamínicos, índice de massa corporal (IMC), estado civil/arranjo de vida e tabagismo. A mudança na dieta e o uso de suplementos, educação, renda, raça/etnia e idade se relacionam de maneira diferente com o estado de saúde autoavaliada do que com a morbidade. A morbidade está fortemente associada à renda até cerca de 15.000 dólares acima da pobreza. Renda adicional não prevê redução adicional na morbidade. Uma melhor saúde está fortemente relacionada tanto a uma maior renda quanto a uma maior educação. Após controlar pela renda, a raça negra não prevê morbidade, mas permanece associada a uma menor saúde autoavaliada. CONCLUSÕES: Bons hábitos de saúde, como capturados nesses modelos, estão associados a um atraso de 10-20 anos no início e na progressão da morbidade.
Norris et al. (Mon,) estudaram essa questão.