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Um estudo de caso da ideia de “liberdade”, focando nos discursos de Elizabeth Tudor, Peter Wentworth e James Stuart, sugere que o conceito é um produto da consciência coletiva e não a criação de uma elite intelectual. Além disso, a análise do estilo de retórica e governo de Elizabeth (contrastado com o de James) revela sua tentativa bem-sucedida de “feminizar” o poder dos reis ingleses.
Michael McGee (Sáb,) estudou esta questão.