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Os resultados iniciais de um estudo longitudinal com 54 pacientes com câncer e suas famílias são relatados. Este estudo focou no impacto do câncer na realocação de papéis da família e no ambiente psicossocial, aplicando um modelo de desenvolvimento à análise dos papéis na família ao longo de seu ciclo de vida. Os principais fatores examinados incluíram a comunicação marital, o método da família para atribuir papéis antes do início do câncer e seu padrão de realocação de papéis, além do estágio da família no ciclo de vida familiar. Hipotetizou-se que esses fatores influenciariam a performance dos papéis por outros membros da família e o ambiente psicossocial da família no momento da hospitalização. Os resultados indicaram que os padrões de comunicação dos cônjuges influenciavam fortemente quão bem os papéis eram desempenhados, a quantidade de tensão e conflito de papéis, e o nível de coesão e conflito na família. O método que a família usava para redistribuir papéis também influenciava significativamente como os papéis eram desempenhados e o nível de coesão na família.
Vess et al. (Terça,) estudaram esta questão.
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