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A terapia citoreduzida intensiva pode ser curativa em certas malignidades hematopoéticas, mas sua administração é limitada pela toxicidade letal da medula. O transplante de medula óssea (TMO) proporciona uma forma de resgate dessa toxicidade. O doador pode ser um irmão "compatível" com o antígeno leucocitário humano (HLA) (alogênico), um gêmeo idêntico (síngeno) ou o próprio paciente (autólogo). Remissões longas e possíveis curas de 50% a 60% foram relatadas na leucemia aguda após tratamento intensivo com quimioterapia, com e sem irradiação total do corpo, seguido por TMO alogênico. Uma abordagem semelhante tem sido utilizada na leucemia mieloide crônica (LMC) e no linfoma não-Hodgkin com resultados encorajantes. Os resultados são melhores em pacientes mais jovens e aqueles transplantados precocemente na doença (ou seja, na primeira remissão para leucemia aguda e na fase crônica da doença na LMC). Soluções para problemas importantes associados ao TMO alogênico, como doença do enxerto contra hospedeiro e infecções virais, estão sendo ativamente buscadas. O TMO síngeno evita alguns dos problemas acima, mas as recidivas parecem ser maiores. No entanto, essa abordagem produziu um número significativo de curas. O TMO autólogo é a abordagem mais nova, e a demonstração de que a medula pode ser purgada de células tumorais residuais por meios imunológicos ou farmacológicos gerou entusiasmo por esta área de investigação terapêutica clínica.
George W. Santos (Sáb,) estudou esta questão.