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O trabalho externo do ventrículo esquerdo foi calculado a partir de registros de pressão e fluxo na aorta ascendente de 1 cão não anestesiado e 21 cães anestesiados. O trabalho foi dividido em componentes pulsáteis e contínuos, sendo o primeiro representativo da energia perdida nas pulsações vasculares e o segundo, da energia perdida na manutenção do fluxo constante. A razão entre o trabalho pulsátil e o trabalho externo total (contínuo + pulsátil) foi em média de 10% nas condições de controle, mas aumentou marcadamente quando a frequência cardíaca diminuiu, quando o débito cardíaco aumentou ou quando a distensibilidade arterial estava comprometida.
M. F. O'Rourke (Sun,) estudou essa questão.
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