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O objetivo deste estudo foi comparar recomendações cirúrgicas feitas por clínicos experientes em análise de marcha ao utilizar informações fornecidas pelo exame clínico e pela gravação em vídeo, com recomendações feitas após a adição de dados cinemáticos, cinéticos e eletromiográficos (EMG). Noventa e um pacientes com diagnóstico de paralisia cerebral foram avaliados no laboratório de marcha como parte do processo de tomada de decisão cirúrgica. Clínicos experientes revisaram os dados do vídeo e do exame clínico para cada paciente e fizeram recomendações cirúrgicas. Os dados de cinemática e cinética articular e os dados de EMG foram então revisados e um segundo conjunto de recomendações cirúrgicas foi feito. Comparações entre essas recomendações mostraram que a adição de dados de análise de marcha resultou em mudanças nas recomendações cirúrgicas em 52% dos pacientes, com uma redução associada nos custos da cirurgia, sem mencionar o impacto humano de uma decisão cirúrgica inadequada, que é mais provável sem a análise da marcha. Quando mudanças nas recomendações foram feitas, foi observando um aumento nas recomendações cirúrgicas para o gastrocnêmio (59%) e reto femoral (65%), enquanto diminuições foram observadas para os isquiotibiais (61%), psoas (78%), adutores do quadril (83%), fêmur (86%) e tíbia (64%).
DeLuca et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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