Resumo Neste artigo, o autor apresenta suas opiniões sobre taxas de erro, taxas de detecção e funções de retorno em auditoria. Há muito tempo se reconhece que os problemas de auditoria diferem dos problemas de decisão estatística de uma única pessoa. As ações do auditado dependem das antecipações das ações do auditor. Com um auditado, mesmo que minimamente racional, essas antecipações devem ter alguma relação sistemática com as ações do auditor. Essa capacidade de influenciar as ações do auditado e, em última análise, as populações contábeis, representa uma importante divergência da teoria da decisão estatística de uma única pessoa, que estuda jogos contra a natureza. Existem pelo menos duas maneiras de incluir o saldo reportado, ambas complicando a análise. Uma alternativa é ver o relatório como transmitido mecanicamente de um sistema de relatórios, cujas tolerâncias de erro estão sujeitas à discrição do auditado. Outra alternativa é tornar o saldo reportado diretamente controlável pelo auditado. Sob essa abordagem, o auditado, com pleno conhecimento da população subjacente da qual o auditor amostrará, escolhe um saldo para reportar.
Rick Antle (qui,) estudou essa questão.
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