RESUMO Carabidae (besouros do solo), a terceira maior família dentro dos Coleoptera, exibem uma diversidade notável documentada extensivamente em coleções de história natural, tornando-os um grupo ideal para estudos museômicos. Este trabalho foca em besouros subterrâneos das tribos Sphodrini e Trechini e tem como objetivo esclarecer a posição filogenética de táxons-chave que são extremamente difíceis de amostrar na natureza devido à sua raridade e inacessibilidade. Nós examinamos particularmente duas espécies altamente troglomórficas, Ifridytes mateui Deuve e (ii) SEQ, incluindo COX1 e 16S mitocondrial e 18S e 28S nuclear. Os tempos de divergência foram estimados sob um modelo de relógio relaxado Bayesiano no BEAST. Todos os espécimes históricos foram extraídos, amplificados e sequenciados com sucesso, validando a abordagem museômica para reconstruir histórias evolutivas de táxons raros. Ifridytes, antes enigmático, está fortemente associado a Sphodrini e provavelmente relacionado a Sphodrina. Em contrapartida, Subilsia se aninha dentro de Trechus epigeano, apoiando a hipótese de que adaptações troglomórficas extremas evoluíram de forma independente e convergente dentro de Trechini. Este estudo demonstra o poder da museômica para resolver questões sistemáticas antigas e fornece novas percepções sobre a história evolutiva de Carabidae subterrâneos.
Nattier et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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