Okinawa tem sido o local de uma das maiores concentrações de pessoal militar americano no exterior e de um movimento anti-base proeminente em oposição à presença militar dos EUA desde 1945. Refletindo sobre o argumento de Marshall Sahlins "A Destruição da Consciência no Vietnã" (2000 1966), desenvolvido no meio do envolvimento dos EUA na Guerra do Vietnã, sugiro que as contradições da presença militar americana em Okinawa necessitam da destruição da consciência, mesmo que nenhuma guerra ativa esteja sendo travada na ilha. Usando uma leitura etnográfica de materiais militares dos EUA e entrevistas com soldados deslocados para Okinawa, argumento que a ideologia militar consistentemente renega crimes e violências cometidos por soldados e desloca as ansiedades dos soldados sobre sua presença para Outros fictícios. Concluo mostrando como esses processos evidenciam a destruição da consciência enquanto soldados americanos cobrem e ignoram as consequências da presença militar americana em Okinawa.
Miles Burton (Mon,) estudou esta questão.