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Na maioria dos estudos que comparam a influência da maioria e da minoria, há uma ênfase na influência no sentido de “prevalecer”. Dentro desse contexto, existem evidências de que as maiorias exercem mais influência pública e que a influência da minoria, quando ocorre, tende a operar principalmente no nível latente. Na presente formulação, propõe-se que as diferenças entre a influência da maioria e da minoria são, de fato, mais extensas uma vez que a influência é considerada em um contexto mais amplo. Em particular, propõe-se que a exposição a pontos de vista persistentes da minoria fomenta um maior pensamento sobre a questão. Além disso, esse pensamento tende a ser divergente em vez de convergente, e como resultado, as pessoas tendem a ser melhores tomadores de decisão porque prestam atenção a mais aspectos da situação e reexaminam premissas. Em contraste, propõe-se que a exposição a pontos de vista persistentes da maioria fomenta o pensamento convergente e leva a uma aceitação não reflexiva da posição da maioria. Três estudos experimentais são relatados que testam diretamente algumas das proposições, e a formulação está vinculada ao conhecimento disponível nas áreas de cognição social, criatividade e resolução de problemas tanto em níveis individuais quanto em grupo. Finalmente, algumas implicações práticas dessa formulação para a tomada de decisão em pequenos grupos e para a sociedade em geral são oferecidas.
Charlan Nemeth (qua,) estudou essa questão.