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FUNDAMENTAÇÃO: Utilizamos o MIT-Manus, um robô projetado para fornecer atividade motora interativa e orientada a metas para aplicações neurológicas clínicas. OBJETIVO: Testar se esta manipulação robótica do membro afetado influenciou a recuperação motora em pacientes com hemiplegia. MÉTODOS: Pacientes sequenciais com histórico de um único acidente vascular cerebral e hemiplegia (N = 20) internados no mesmo andar de reabilitação aguda foram inscritos em um programa de reabilitação padrão suplementado por terapia assistida por robô ou terapia simulada assistida por robô. Esses 2 grupos eram comparáveis em idade, comprometimento físico inicial e tempo entre o início do acidente vascular cerebral e a inscrição no ensaio. Os pacientes, membros da equipe clínica e o avaliador clínico estavam cegos para as atribuições dos grupos de tratamento. Ferramentas de avaliação padronizadas mediram os desfechos. RESULTADOS: O comprometimento e a deficiência diminuíram em ambos os grupos entre a admissão hospitalar e a alta. O grupo tratado com robô apresentou um maior grau de melhoria em todas as 3 medidas de recuperação motora, e a mudança no estado motor medida na musculatura proximal do membro superior foi significativa (P = .002). Não houve eventos adversos resultantes da terapia assistida por robô. CONCLUSÕES: Esses resultados sugerem que a manipulação robótica do membro afetado pode contribuir favoravelmente para a recuperação após um acidente vascular cerebral e que a robótica pode fornecer novas estratégias para a reabilitação neurológica.
Aisen et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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