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Afirmamos que o debate sobre as implicações de desempenho da diversidade demográfica pode ser reestruturado de forma útil em termos das variáveis de rede que refletem distintas formas de capital social. Pesquisadores que são pessimistas sobre o desempenho de equipes diversas baseiam sua visão na hipótese de que a diminuição da densidade da rede—o grau médio de força da relação entre os membros da equipe—reduz a capacidade de coordenação de uma equipe. A visão otimista fundamenta-se na hipótese de que equipes caracterizadas por alta heterogeneidade de rede, nas quais as relações na equipe cruzam fronteiras demográficas salientes, desfrutam de uma capacidade de aprendizado aprimorada. Testamos cada uma dessas hipóteses diretamente e, assim, evitamos a suposição problemática de que elas se contradizem. Nossa análise dos dados sobre as redes sociais, a permanência organizacional e a produtividade de 224 equipes de P&D corporativas indica que ambas as variáveis de rede ajudam a explicar a produtividade da equipe. Esses resultados apoiam uma reinterpretação do debate sobre diversidade e desempenho em termos dos processos de rede que estão mais próximos dos resultados de interesse.
Reagans et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.