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Este estudo examinou a hipótese de que as reações emocionais a grupos nacionais estariam associadas às respostas avaliativas aos traços que formam os estereótipos desses grupos. Uma análise de regressão hierárquica das reações emocionais de sujeitos americanos e russos a americanos, russos e iraquianos apoiou essa previsão em quatro de seis casos. Além disso, análises de regressão simultâneas indicaram que a autoestima, o etnocentrismo e o autoritarismo eram cada um um preditor significativo em duas das seis análises, apoiando fraca tendência encontrada em outras pesquisas. De modo geral, os traços de personalidade não estavam tão consistentemente ou fortemente associados às reações emocionais a esses grupos como estavam os aspectos avaliativos dos estereótipos. Um modelo de rede de cognição e afeto é utilizado para interpretar os achados deste e de estudos relacionados e para abordar suas implicações para a mudança de preconceito.
Stephan et al. (Qua,) estudaram essa questão.