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O autor defende a tese segundo a qual a teoria da justiça de Rawls, fundada em procedimentos construtivistas e estatais de inspiração kantiana, abre o caminho para o projeto de uma justiça mundial que substitui a ideia de direito dos povos por um direito cosmopolítico das pessoas. Além da divisão entre pessoas e estados, o autor defende os princípios não estatais da incorporação, da tolerância e da coesão, bem como sua aplicação prática em um mundo não ideal.
Andrew Kuper (Sun,) estudou essa questão.