Key result
In patients with acute coronary syndrome undergoing transradial PCI, late major adverse cardiac events were similar between women and men (18.3% vs. 17.1%; p=0.67).
Why the study?
Does the transradial approach for percutaneous coronary intervention have similar outcomes in women compared to men with acute coronary syndrome?
Cohort (n=188)
Does the transradial approach for percutaneous coronary intervention have similar outcomes in women compared to men with acute coronary syndrome?
Absolute Event Rate: 18.3% vs 17.1%
p-value: p=0.67
The transradial approach for PCI in acute coronary syndrome is equally safe and effective in women compared to men, with low rates of severe bleeding.
Radial access linked to fewer complications in women with ACS; leaves open need for prospective gender-specific outcome trials.
In acute coronary syndrome, the use of multiple anticoagulant and antiplatelet drugs contributes to the risk of bleeding, including vascular access site bleeding, particularly in female patients. The use of the radial artery as a vascular access was shown to reduce the incidence of complications. Retrospective study including patients with acute coronary syndrome undergoing percutaneous coronary intervention by radial access, divided by gender. Patient profiles were analyzed, as well as the early and late outcomes. Patients with acute coronary syndrome (n = 188) were submitted to percutaneous coronary intervention using the radial access, and 34.6% of them were female. Clinical variables were similar between groups, except for the EuroSCORE and creatinine clearance, characterizing a slightly more complex profile in women. There were no differences in angiographic and procedure-related characteristics for most of the variables. Two-thirds of the patients had multivessel disease and non-C type lesions were the most treated. In-hospital death rates (5.8% vs. 5.5%; p = 0.81), myocardial infarction (1.4% vs. 0; p = 0.76) and emergency percutaneous intervention (1.4% vs. 0; p = 0.76) were similar between groups; severe bleeding was rare (1.4% vs. 0; p = 0.76). In the late evolution, major adverse cardiac events (18.3% vs. 17.1%; p = 0.67) were similar. The transradial approach for percutaneous coronary intervention proved to be as effective in women as in men in the setting of acute coronary syndrome, with a high success rate and similar clinical outcomes. It also proved to be safe, since bleeding events were rare in the evaluated population. Comparação dos Resultados da Intervenção Coronária Percutânea por Via Radial na Síndrome Coronariana Aguda Entre Mulheres e Homens Na síndrome coronariana aguda, o uso de múltiplos fármacos anticoagulantes e antiagregantes plaquetários contribui para o risco de sangramentos, incluindo aqueles da via de acesso vascular, particularmente no sexo feminino. O uso da artéria radial como via de acesso vascular mostrou reduzir aincidência de complicações. Estudo retrospectivo, que incluiu pacientes com síndrome coronariana aguda submetidosa intervenções coronárias percutâneas por via radial, divididas de acordo com o genero. Foram analisados os perfisdos pacientes, assim como as evoluções clínicas iniciais e tardias. Pacientes com síndrome coronariana aguda (n = 188) foram submetidos à intervenção coronária percutâneapor acesso radial, sendo 34,6% mulheres. Os grupos não mostraram diferenças em relação às variáveis clínicas, com exceção do EuroSCORE e o clearance de creatinina, que caracterizaram um perfil um pouco mais complexo nas mulheres. Em relação às características angiográficas e do procedimento, não foram observadas diferenças em relação à maioria das variáveis. Dois terços dos pacientes tinham acometimento multiarterial, e as lesões tipo não C foram asmais tratadas. As taxas hospitalares de óbito (5,8% vs. 5,5%; p = 0,81), infarto do miocárdio (1,4% vs. 0; p = 0,76) e intervenção coronária percutânea de urgência (1,4% vs. 0; p = 0,76) foram semelhantes entre os grupos; os sangramentos graves foram raros (1,4% vs. 0; p = 0,76). Na evolução tardia, os eventos cardíacos maiores (18,3% vs. 17,1%; p = 0,67) foram semelhantes. Intervenção coronária percutânea por via radial mostrou-se tão efetiva nas mulheres quanto nos homens, no cenário da síndrome coronariana aguda, com alta taxa de sucesso e evolução clínica similar. Mostrou também ser segura, uma vez que os sangramentos foram eventos raros na população avaliada.
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Dall’Orto et al. (2014) conducted a cohort in Acute coronary syndrome (n=188). Female sex vs. Male sex was evaluated on Major adverse cardiac events (late evolution) (p=0.67). In patients with acute coronary syndrome undergoing transradial PCI, late major adverse cardiac events were similar between women and men (18.3% vs. 17.1%; p=0.67).
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