Key result
Comprehensive smoking bans linked to a ~27% reduction in AMI hospital admissions.
Why the study?
The association between comprehensive smoking bans and hospitalization rates for acute myocardial infarction in a large population was assessed to understand public health impact.
Does a comprehensive smoking ban reduce hospitalization rates for acute myocardial infarction in the general population?
Observational (n=5,000,000)
Does a comprehensive smoking ban reduce hospitalization rates for acute myocardial infarction in the general population?
Absolute Event Rate: 102.9% vs 141.1%
Implementation of comprehensive public smoking bans is associated with a marked and sustained reduction in population-level hospital admissions for acute myocardial infarction.
Supports smoking bans for lower AMI admissions; observational cohort data leaves causality open.
To assess the association between a comprehensive smoking ban and hospitalization rates for acute myocardial infarction (AMI). An observational study was conducted to assess changes in hospital admission rates for AMI in the Autonomous Community of Valencia, Spain (population 5 million), during the period 1995-2013. Law 28/2005 prohibited smoking in all enclosed spaces (public and private), and Law 42/2010 extended the ban to bars and restaurants as well as children's playgrounds and access areas of schools and hospitals. Data on hospital admissions were obtained from the Hospital Discharge Database (CMBD) of the Autonomous Community. Annual hospital admission rates per 100 000 population for AMI (ICD-9-CM code 410) for men and women were calculated. Adjusted hospital admission rates per 100 000 population for AMI decreased markedly from 141.1 in 2005 to 119.2 in 2007, with a further reduction to 102.9 in 2013. Reductions in hospital admission were recorded in both men and women, but the downward trends were stronger in women. The Spanish comprehensive smoking ban was associated with a marked reduction in the adjusted rate of hospital admissions due to AMI in the Autonomous Community of Valencia. This decrease in the number of persons requiring in-patient care due to AMI is important from both a health care and a societal perspective. Avaliar a associação entre a proibição total do tabagismo nas taxas de internação hospitalar por enfarto agudo do miocárdio (EAM). Foi feito um estudo observacional para avaliar as mudanças nas taxas de internação hospitalar por IAM na Comunidade Autónoma de Valência, Espanha (população de 5 milhões de pessoas), de 1995-2013. A Lei 28/2005 proibiu fumar em todos os locais fechados (públicos e privados) e culturais e a lei 42/2010 estendeu a proibição ao fumo em bares e restaurantes, bem como em parques infantis e pontos de acesso a escolas e hospitais. Os dados dos internamentos hospitalares foram obtidos a partir do Conjunto Básico Mínimo de Dados Obrigatórios (CMBD) da Comunidade Autónoma. Foram calculadas as taxas anuais de internamento hospitalar por 100.000 habitantes para o IAM (CID-9-MC código 410) para homens e mulheres. As taxas de internamento hospitalar ajustadas por 100 000 habitantes para o EAM diminuíram acentuadamente de 141,1/100 000 habitantes em 2005 para 119,2/100.000 habitantes em 2007, com uma redução ainda maior para 102,9/100 000 habitantes em 2013. Reduções na admissão hospitalar foram registradas para homens e mulheres, mas as tendências de redução foram maiores nas mulheres. A proibição abrangente do tabagismo na Espanha foi associada a uma redução notável da taxa ajustada de internamentos hospitalares por 100 000 habitantes devido a AMI na Comunidade Autónoma de Valência. A diminuição do número de pessoas que necessita de atendimento hospitalar por causa do IAM é relevante do ponto de vista da saúde e da sociedade.
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Carrión-Valero et al. (2020) conducted an observational in Acute myocardial infarction (n=5,000,000). Comprehensive smoking ban vs. Pre-ban period was evaluated on Adjusted hospital admission rates per 100 000 population for AMI. A comprehensive smoking ban in Spain was associated with a reduction in adjusted hospital admission rates for AMI, decreasing from 141.1 per 100,000 in 2005 to 102.9 per 100,000 in 2013.
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