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Este estudo teve por objetivo avaliar a frequência de sintomas de transtornos mentais comuns e os fatores associados a eles na população brasileira no início da pandemia da coronavirus disease 2019 (Covid-19). Uma amostra de 1.482 adultos, com idade média de 34,68 anos (DP = 13,66), 76,8% do sexo feminino, respondeu a um questionário sociodemográfico, à Escala de Depressão, Ansiedade e Estresse – 21 (Depression, Anxiety, and Stress Scale-21 [DASS-21]) e à Escala de Atenção e Consciência Plena. Foram observados níveis elevados e atípicos de transtornos comuns, bem como automutilação, ideação suicida e tentativas de suicídio. O traço mindful foi o principal fator associado negativamente tanto a sintomas de ansiedade quantos a sintomas de depressão. Pior condição financeira e orientação sexual não normativa predisseram sintomas de ansiedade e depressão, mas não foram encontradas diferenças entre o grupo que seguiu e o que não seguiu as regras do distanciamento social. O efeito pandêmico pode ser inferido a partir dos níveis clínicos elevados, mas estudos longitudinais podem ajudar a compreender efeitos de longo prazo.
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Saldanha‐Silva et al. (2023) studied this question.
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