Why the study?
Limited evidence or guidelines exist for dealing with coronary or structural heart disease requiring invasive intervention in cancer patients, with existing consensus documents outdated and recent guidelines only briefly discussing the topic.
This position paper provides updated practical considerations for percutaneous cardiac interventions in cancer patients with coronary or structural heart disease.
Coronary and structural disease merit attention in cardio-oncology; leaves open dedicated trials for invasive strategies in cancer patients.
The field of Cardio-Oncology has grown significantly, especially during the last decade. While the awareness for cardiotoxicity due to cancer disease and/or therapies has greatly increased, much of the attention has focused on myocardial systolic disfunction and heart failure. However, coronary and structural heart disease are also a common issue in cancer patients, and encompass the full spectrum of cardiotoxicity. While invasive intervention, either percutaneous or surgical, is often needed or considered in cancer patients, limited evidence or guidelines are available for dealing with coronary or structural heart disease. The Society for Cardiovascular Angiography and Interventions consensus document published in 2016 is the most comprehensive document regarding this particular issue, but relevant evidence has emerged since, which render some of its considerations outdated. In addition to that, the recent 2022 ESC Guidelines on Cardio-Oncology only briefly discuss this topic.As a result, the Portuguese Association of Cardiovascular Intervention and the Cardio-Oncology Study Group of the Portuguese Society of Cardiology have partnered to produce a Position Paper to address the issue of Cardiac Intervention in cancer patients, focusing on percutaneous techniques. A brief review of available evidence is provided, followed by practical considerations. These are based both on the literature as well as accumulated experience with these types of patients, as the authors are either interventional cardiologists, cardiologists with experience in the field of Cardio-Oncology, or both. A Cardio-Oncologia cresceu consideravelmente, particularmente ao longo da última década. Não obstante o aumento de sensibilização relativamente à cardiotoxicidade secundária ao cancro e/ou a terapêuticas oncológicas, muito da atenção tem-se focado na disfunção sistólica e insuficiência cardíaca. Todavia, a doença coronária e estrutural cardíaca representam também um desafio comum em doentes oncológicos, fazendo assim parte do abrangente conceito de Cardio-Oncologia. Apesar da necessidade de intervenção invasiva, percutânea ou cirúrgica, ser frequentemente necessária ou considerada em doentes com cancro, é escassa a evidência ou recomendações relativas à doença coronária ou estrutural neste subgrupo. O documento de consenso da Society for Cardiovascular Angiography and Interventions, publicado em 2016, é a referência mais completa relativamente a esta problemática, contudo alguma evidência que, entretanto, surgiu torna necessária uma atualização. Adicionalmente, as recentes recomendações de 2022 em Cardio-Oncologia da Sociedade Europeia de Cardiologia abordam este assunto somente de forma muito sucinta.Por este motivo, a Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular e o Grupo de Estudos de Cardio-Oncologia associaram-se para produzir um Artigo de Posição sobre Intervenção Cardíaca em doentes com cancro, com foco nas técnicas percutâneas. Procedeu-se a uma breve revisão da literatura, seguida de considerações práticas. Estas baseiam-se na evidência disponível, bem como na experiência acumulada dos autores, que são Cardiologistas de Intervenção, Cardiologistas dedicados à área da Cardio-Oncologia, ou ambos.
No takes yet. Share an insight, caveat, or question.
Menezes et al. (2023) studied this question.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context:
More on Percutaneous coronary interventionMore from Revista Portuguesa de Cardiologia