Key result
Occlusion duration was not associated with worse PCI outcomes in CTO, with angiographic success rates of 80.0%, 73.8%, and 82.6% across duration groups (p=0.73).
Why the study?
Does occlusion duration impact the success rate and outcomes of percutaneous coronary intervention in patients with chronic total occlusions?
Cohort (n=168)
Does occlusion duration impact the success rate and outcomes of percutaneous coronary intervention in patients with chronic total occlusions?
Occlusion duration does not significantly impact the angiographic success or clinical outcomes of contemporary PCI for chronic total occlusions, whereas lesion length, calcification, and tortuosity are strong predictors of failure.
Should not deter PCI attempts in CTO based on occlusion duration; hypothesis-generating pending randomized confirmation.
Initial studies have shown that old occlusions or those with indeterminate occlusion duration have been associated with percutaneous coronary intervention (PCI) failure and a worse prognosis. This study aimed to determine the impact of occlusion duration on the success and outcomes of contemporary PCI on chronic total occlusion (CTO). The authors analyzed a retrospective cohort of consecutive patients submitted to PCI in CTO, who were compared according to the confirmed occlusion duration (COD) < 12 months, ≥ 12 months, or indeterminate occlusion duration (IOD). A total of 168 patients were treated, 122 (72.6%) with COD (80 < 12 months, 42 ≥ 12 months) and 46 (24.7%) with an IOD. Lesion extension was 17.0 ± 13.6 mm, in 2.90 ± 0.58 mm vessels, and the anterograde approach was used in 98.8% of cases. Angiographic success was attained in 79.2% of patients (80.0% vs. 73.8% vs. 82.6%; p = 0.73). The main cause of failure was the inability to cross the lesion with the guidewire (68.6%). Occlusion duration had no impact on in-hospital events (4.8% vs. 7.1% vs. 6.0%; p = 0.73), which were almost entirely explained by periprocedural myocardial infarction, or on late outcomes (18.8% vs. 7.1% vs. 15.3%; p = 0.23). At the multivariate analysis, lesion length ≥ 20 mm (odds ratio - OR = 7.27; 95% confidence interval - 95% IC 1.94-29.1; p = 0.003), calcification (OR = 4.72; 95% CI 1.19-19.1; p = 0.02), and tortuosity of the occluded segment (OR = 15.98; 95% CI 2.18-144.7; p = 0.007) were predictors of failure. Occlusion duration was not associated with increased failure rate of the procedure or worse PCI outcomes in CTO. Estudos iniciais mostram que oclusões antigas ou com tempo indeterminado têm sido associadas a insucesso da intervenção coronária percutânea (ICP) e a pior prognóstico. Nosso objetivo foi determinar o impacto do tempo de oclusão no sucesso e nos resultados da ICP contemporânea na obstrução total crônica (OTC). Analisamos uma coorte retrospectiva de pacientes consecutivos que realizaram ICP em OTC, e que foram comparados de acordo com o tempo de oclusão confirmado (TOC) < 12 meses, ≥ 12 meses, ou indeterminado (TOI). Foram tratados 168 pacientes, 122 (72,6%) com TOC (80 < 12 meses, 42 ≥ 12 meses) e 46 (24,7%) com TOI. A extensão da lesão foi de 17,0 ± 13,6 mm, em vasos de 2,90 ± 0,58 mm, e a abordagem anterógrada foi utilizada em 98,8% dos casos. Sucesso angiográfico foi obtido em 79,2% dos pacientes (80,0% vs. 73,8% vs. 82,6%; p = 0,73). A principal causa de insucesso foi a incapacidade de cruzar a lesão com o fio-guia (68,6%). O tempo de oclusão não teve impacto na taxa de eventos cardiovasculares hospitalares (4,8% vs. 7,1% vs. 6,0%; p = 0,73), explicados em sua quase totalidade pelos infartos do miocárdio periprocedimento, ou nos eventos tardios (18,8% vs. 7,1% vs. 15,3%; p = 0,23). Na análise multivariada, comprimento da lesão ≥ 20 mm (odds ratio - OR = 7,27; intervalo de confiança de 95% - IC 95% 1,94-29,1; p = 0,003), calcificação (OR = 4,72; IC 95% 1,19-19,1; p = 0,02) e tortuosidade do segmento ocluído (OR = 15,98; IC 95% 2,18-144,7; p = 0,007) foram preditores de insucesso. O tempo de oclusão não está associado ao aumento da taxa de insucesso do procedimento ou a piores resultados da ICP em OTC.
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Filho et al. (2015) conducted a cohort in Chronic total occlusion (n=168). Occlusion duration vs. Different occlusion durations (<12 months, ≥12 months, indeterminate) was evaluated on Angiographic success (p=0.73). Occlusion duration was not associated with worse PCI outcomes in CTO, with angiographic success rates of 80.0%, 73.8%, and 82.6% across duration groups (p=0.73).
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