Key result
The prevalence of arterial hypertension was 64.1% in a low-income Brazilian adult population, and was strongly associated with lower income, elevated BMI, and metabolic syndrome (p<0.01).
Cross-Sectional (n=198)
No
p-value: p=<0.01
There is a high prevalence of undiagnosed and poorly controlled arterial hypertension in low-income, low-education urban populations in Northeast Brazil, which is strongly associated with obesity and metabolic syndrome.
May inform hypertension screening priorities in low-income Brazilian adults; cross-sectional data leaves open causal roles of income, BMI, and metabolic syndrome.
The objectives of this study are to estimate the prevalence of arterial hypertension (AH) in an adult population with a predominance of families with low education and income levels, in the hinterlands of Pernambuco, Brazil, and to analyze its association with other factors related to cardiovascular diseases (CVD). A cross-sectional study in 2008/2009 was conducted with a sample of 198 subjects stratified by age, and representative of the urban adult population of the Canaã district of city of Triunfo, in the hinterlands of Pernambuco, Brazil. One hundred ninety-eight individuals with average age of 57.7 years old (31 to 90 years-old), mainly women (65.6%), and with low income and education levels (81.3% with a monthly income of less than one minimum wage) were evaluated. Among these, 127 (64.1%) were identified as having AH, 54 (42.5%) of whom had no prior diagnosis. From those who were previously diagnosed, only 31.3% had good blood pressure control. Higher prevalence was observed in those individuals with lower incomes, higher body mass indexes (BMI), and those with metabolic syndrome (MS). These data demonstrated that there was a high prevalence of AH in the urban, low education and income levels adult population of Triunfo, strongly associated with lower income levels, elevated BMI, and the presence of MS; and a high prevalence of bad blood pressure control among the previously diagnosed cases. These results indicate that more effective interventions for early detection and adequate control of this disease and its comorbidities are necessary. Neste estudo objetivou-se estimar a prevalência de hipertensão arterial (HA) em uma população adulta com predomínio de famílias de baixas escolaridade e renda no sertão de Pernambuco/Brasil e analisar sua associação com outros fatores relacionados a DCV. Em 2008/2009, foi realizado um estudo transversal em uma amostra de 198 indivíduos, estratificada por faixa etária e representativa da população adulta e urbana do Distrito de Canaã, município de Triunfo, no sertão de Pernambuco/Brasil. Foram avaliados 198 indivíduos, com média de idade de 57,7 anos (31-90 anos), predominando mulheres (65,6%), indivíduos de baixa renda e com pouca escolaridade (81,3% com renda mensal inferior a um salário mínimo e 80% com somente ensino fundamental). Desses, 127 indivíduos (64,1%) foram identificados como portadores de HA, 54 (42,5%) sem diagnóstico prévio. Dentre os anteriormente diagnosticados, somente 31,3% se encontravam controlados. Prevalências mais elevadas de HA foram observadas naqueles em menores faixas de renda, maiores índices de massa corpórea (IMC) e com síndrome metabólica (SM) (p < 0,01). Esses achados demonstraram uma elevada prevalência de HA em uma população urbana adulta de baixa escolaridade e renda do sertão nordestino brasileiro, associada a menores faixas de renda, maiores IMC e presença de SM; e elevada prevalência de mau controle dentre os casos previamente conhecidos. Tais resultados indicam a necessidade de abordagens mais efetivas para detecção precoce e controle adequado dessa enfermidade e de suas comorbidades.
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Lyra et al. (2012) conducted a cross-sectional in Arterial hypertension (n=198). Lower income, elevated BMI, and metabolic syndrome was evaluated on Prevalence of arterial hypertension (p=<0.01). The prevalence of arterial hypertension was 64.1% in a low-income Brazilian adult population, and was strongly associated with lower income, elevated BMI, and metabolic syndrome (p<0.01).
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