O trabalho apresenta um estudo sobre a eficiência agronômica para o uso do pó de coco (RPC) (Cocos nucifera L.), resíduo da ostra cultivada (RPO) (Crassostrea sp.) e um neossolo (S) coletado na região de Floresta/PE, como substrato agrícola. Esta análise foi realizada a partir dos dados biométricos associado a análise química (bromatológica) da matéria seca (parte aérea) resultante do experimento, bem como sua análise estatística. O delineamento experimental foi em blocos casualizados (DBC) em 48 vasos, divididos em 3 blocos de 16, para a realização dos experimentos em laboratório (análises químicas) e dos experimentos agrícolas, que foram realizados em Casa de Vegetação – IPA/PE. Os tratamentos foram testados em plantio de sementes de Feijão Caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp) utilizando como substrato S associado com percentuais diferenciados de RPC e RPO, em proporções definidas em 4 Tratamentos: T1 (amostra de referência); T2, T3 e T4. Foram efetuadas análises biométricas para os 4 tratamentos, tanto na fase de crescimento radicular quanto para o crescimento vegetativo, visando identificar a melhor formulação para um substrato mais eficiente quanto a proporções específicas de ROC + RPC + S. Os resultados demonstraram que o substrato de solo + pó de coco + pó de ostra, mostrou-se eficiente em função da germinação da planta e melhoria da fertilidade do solo. Tanto a análise biométrica quanto a análise bromatológica mostraram que o T2 > T3 > T4, ou seja, a formulação entre 20 a 25% de pó de coco e 50 a 75 g de pó de ostra demonstrou ser mais eficiente. Desta forma o uso desse substrato agregado resultará na diminuição do impacto socioambiental utilizando estes resíduos agroindustrial e resultantes da pesca tradicional de forma sustentável, dentro dos parâmetros da economia circular.
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Coutinho et al. (2025) studied this question.
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